Inclusão social da pessoa com deficiência: um desafio para a sociedade brasileira

A inclusão é um conjunto de atitudes e tomadas de decisão que visam a participação de sujeitos excluídos nos planos de atividades de determinado meio. Isso significa que incluir é tornar algo parte de um processo maior, mesmo que isso leve muito tempo. Mas, o que a sociedade brasileira faz para transformar este conjunto em realidade? O que é observado, nos últimos tempos, é a “centralização” de espaços inclusivos e a falta de acessibilidade em regiões interioranas. Até mesmo grandes centros urbanos estão sujeitos à falta de medidas inclusivas, o que dificulta ainda mais a rotina da pessoa com deficiência nestes espaços.

O que não podemos deixar de levar em conta é, sem sombra de dúvidas, o interesse político por trás da inclusão e como as esferas administrativas encaram esta questão. Por exemplo: a criação de políticas públicas de educação básica voltadas para a educação inclusiva, datadas à partir de 1988 com a Constituição Federal e posteriormente reforçada nos anos de 1993, através do Plano Decenal de Educação para todos, 1996 por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e em 2001, através da Resolução 02/2001 do Conselho Nacional de Educação que instituiu Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (MAZZOTTA; D’ANTINO, 2011). Mesmo com todo este histórico de criação de políticas voltadas para a inclusão no âmbito escolar, ainda é muito perceptível a falta desta propriamente dita nas escolas. Para quem essas políticas são feitas? O que o governo brasileiro está fazendo para de fato colocá-las em prática?

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Como ressaltado anteriormente, ainda que haja a aplicação plena destas políticas em qualquer que seja o cenário, estas geralmente se concentram em regiões de grande desenvolvimento econômico. Um erro seria, talvez, pensar que a economia não atrela-se à política e que regiões com menor desenvolvimento econômico acompanham o progresso social no mesmo ritmo de regiões com melhores condições financeiras. Isso abre espaço para a reflexão do assunto, além da possibilidade de dimensioná-lo numa escala nacional que englobe também áreas do interior do Brasil, em especial das regiões Norte e Nordeste do país, onde a economia condena os mais afastados de grandes polos à um destino de sucessivas exclusões.

O desafio que a sociedade brasileira pode assumir em 2018 enquadra-se justamente nesta categoria: a expansão da inclusão para um número maior de regiões e, claro, exigir das instâncias públicas de poder o devido cumprimento de decretos, não só de âmbito nacional. Vale ressaltar a preocupação de órgãos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU) que em 2006 instituiu a Convenção de Direitos da Pessoa com Deficiência, contando com a assinatura do Brasil no ano de 2007 e posteriormente a ratificação no documento no ano de 2008. Neste momento, o país assumiu um compromisso internacional em seguir as propostas da ONU para a garantia dos direitos destas pessoas. Mas será que isso tornou-se de fato uma realidade ou ainda encontra-se limitado ao documento ratificado?

Enquanto população, devemos sempre exigir de nossos governantes a responsabilidade social, política e econômica que estes carregam em seus cargos. Um desafio que não deve ser partilhado unicamente pelas pessoas com deficiência, mas também por todo indivíduo inserido numa sociedade que tem compromisso de garantir os direitos humanos e a integridade a todos. Sem exceções.

REFERÊNCIAS

MAZZOTTA, Marcos José da Silveira; D’ANTINO, Maria Eloísa Famá. Inclusão social de pessoas com deficiências e necessidades especiais: cultura, educação e lazer. Saude soc.,  São Paulo ,  v. 20, n. 2, p. 377-389,  June  2011 .

United Nations (UN). Convention on the Rights of Persons with Disabilities. Treaty Series2515, 3. 2006.

 

*Texto redigido por Elias Tristão, membro do Núcleo de Pesquisa e Atenção em Reabilitação Neuropsicomotora

Congresso APER 2017 e premiações para o Núcleo

Do dia 30 de novembro à 2 de dezembro, aconteceu em Póvoa de Varzim (Portugal) o Congresso APER (Associação Portuguesa de Enfermeiros de Reabilitação) 2017. Nestes dias de evento, os congressistas puderam explorar linhas de pesquisas e descobertas pertinentes na área de enfermagem de reabilitação. A enfermagem, que figura o serviço que sustenta a base dos cuidados prestados aos pacientes, forma novos caminhos para o trabalho desenvolvido em instituições de reabilitação, oferecendo possibilidades que expandem-se diariamente e reforçam o caráter integral do cuidado em saúde. De fato, os participantes deste Congresso puderam refletir sobre a necessidade da inserção desta categoria profissional no cuidado de reabilitação, fazendo-se necessário o aperfeiçoamento e a integração entre os membros de uma equipe que se forma através da presença de diversos profissionais da área da saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e nutricionistas. Todos trabalhando juntos em prol do bem estar do paciente.

Neste ano, três membros do NEUROREHAB apresentaram trabalhos científicos no evento português. Elias Tristão (Pôster e Comunicação Oral), Jaqueline Vitorini (Pôster) e Laís Balestrero (Pôster) utilizaram o espaço oferecido no Congresso para divulgarem os resultados de seus estudos, que desenvolveram em conjunto com outros membros do Núcleo. Adriana Tholl, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e parceira do NEUROREHAB, também realizou apresentações na modalidade de comunicação oral, sendo um destes trabalhos em conjunto com a Profª Fabiana Faleiros, coordenadora do Núcleo. O trabalho de Jaqueline e de Adriana foram premiados, respectivamente, nas categorias de “Melhor Pôster Internacional” e “Melhor Comunicação Oral Internacional”, ambos classificados em 1º lugar. 

O NEUROREHAB parabeniza a conquista de seus membros e revigora-se para os próximos anos! Novos estudos estão em fase de desenvolvimento e em breve também serão apresentados em âmbito internacional. O Núcleo agradece, também, a recepção da delegação portuguesa com o grupo brasileiro que encontrou um ambiente de discussões saudáveis e produtivas que, sem sombra de dúvidas, colaboraram em seu direcionamento profissional.

III SIAER – Autonomia, Tecnologias e Participação

Nos dias 9 e 10 de novembro, a Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto sediou o III Seminário Internacional de Atualidades em Enfermagem de Reabilitação. O evento contou com a participação de docentes e discentes da própria faculdade, além de participantes da Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade de Porto e Universidade de Évora.

Auxiliaram na organização os grupos de pesquisa NeuroRehab(Núcleo de Pesquisa e Atenção em Reabilitação Neuropsicomotora), Rema(Núcleo de Ensino, Pesquisa e Assistência na Reabilitação de Mastectomizadas), Girq(Grupo de Investigação em Reabilitação e Qualidade de Vida) e o Grupo de Estudos e Pesquisa em Segurança do Paciente.

O tema central do evento foi “Autonomia, Tecnologias e Participação”, tópicos relevantes para a área de reabilitação. Dentre as atividades que ocorreram, podemos citar o desfile de moda inclusiva, as apresentações de pesquisas na área de reabilitação(cardíaca, oncológica, neurológica, dentre outros), mesas redondas e palestras, apresentação do coral do Rema, visitas coordenadas ao CER, Rema e laboratórios de simulação e multidisciplinar da EERP.

Agradecemos a participação de todos! Em 2018 o evento será realizado em Florianópolis.

Tecnologias e ferramentas possíveis no cuidado de reabilitação neuropsicomotora

Sabe-se que a tecnologia está, diariamente, avançando cada vez mais. Por onde andamos, somos capazes de notar que aparelhos tecnológicos estão em constante processo de evolução. As grandes empresas almejam eliminar progressivamente os erros que surgem nos novos sistemas de informações e tornar seus equipamentos cada vez mais úteis. Quando associamos a tecnologia a prática do cuidado, podemos obter novas possibilidades de intervenção e, portanto, propiciar aos sujeitos melhores condições em restabelecer seu quadro de saúde considerado como ideal. Se observarmos o progresso da tecnologia e seu uso no trabalho desempenhado pela enfermagem, poderemos concluir que os profissionais atuantes nessa área adaptam-se ao advento da tecnologia e tentam buscar novos conhecimentos que contribuam para seu crescimento profissional e pessoal.

“A discussão da produção tecnológica da Enfermagem para o campo da tecnologia apropriada, descreve uma ampla variedade de tecnologias já definidas ou novas, que se caracterizam pelo custo reduzido, pela capacidade de satisfazer necessidades básicas mais carentes, pelo uso racional e por um elevado grau de adaptação ao ambiente local, cultural e social.” (BARRA et al., 2006, pg. 428)

Tive a oportunidade de participar de alguns laboratórios de estudos na Fäkultat Rehabilitationswissenschaften da Technische Universität Dortmund (TU Dortmund), aqui na Alemanha. Até o momento, entrei em contato com duas inovações fantásticas que me fizeram refletir sobre a necessidade de novos investimentos nesta área, principalmente no Brasil, uma vez que entrei em contato com estas tecnologias apenas aqui. A primeira tecnologia que me foi apresentada foi o GoTalk20+, e vou explicar seu funcionamento logo abaixo.

O GoTalk20+ permite que o aprendizado de novas palavras seja facilitado através de um sistema inteligente de gravação/repetição/escuta das palavras. Inicialmente, você deve clicar sobre a palavra/expressão que deseja aprender, ouvir a voz emitida no aparelho e em seguida gravar sua tentativa de repetição. Assim, é possível que se aprenda novas palavras comparando os resultados apresentados em cada repetição e o modelo ideal proposto pelo GoTalk20+. Vale ressaltar que os itens podem ser alterados, pois há diversas versões de cartões contendo 20 novas palavras/expressões. Pude associar esta nova tecnologia ao cuidado de indivíduos com dislexia ou sujeitos que estão em processo de reabilitação de linguagem. Fantástico! 

A segunda tecnologia que pude conhecer foi uma combinação de reconhecimento facial com mouse virtual. Seu funcionamento consiste no uso de uma webcam para leitura de movimentos faciais e posteriormente sua associação aos movimentos de um mouse que se move de acordo com os movimentos apontados pela webcam. Fui desafiado a escrever um e-mail utilizando a tecnologia e bem, esta não foi uma tarefa nada fácil. Demorei cerca de 30 minutos para escrever um e-mail de 2 linhas, algo que não demoraria mais do que 2 minutos se estivesse utilizando minhas mãos. Durante o uso, imaginei como esta tecnologia poderia fazer a diferença na vida daqueles que possuem limitações em sua mobilidade, especialmente os tetraplégicos. Outra ferramenta preciosa que encontrei somente aqui, na Alemanha. Incrível! 

Quelle: naturalpoint.com

À medida que vou participando dos laboratórios de estudos, percebo que  a curiosidade de se encontrar novos meios para conectar os cuidados prestados em reabilitação neuropsicomotora aos novos dispositivos do mercado tecnológico. O que ainda devo investigar é, claro, se esta curiosidade também está presente em meu país de origem ou se pelo menos há o esforço da classe da Enfermagem em tornar este um bem comum para as pessoas com deficiência.

REFERÊNCIAS

Barra DCC, Nascimento ERP, Martins JJ, Albuquerque GL, Erdmann AL. Evolução histórica e impacto da tecnologia na área da saúde e da enfermagem. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2006;8(3):422-30. Available from: http://www.fen.ufg.br/revista/revista8_3/v8n3a13.htm

* Texto elaborado por Elias Tristão da Silva Neto, membro do Núcleo de Pesquisa e Atenção em Reabilitação Neuropsicomotora (NEUROREHAB).

 

REHACARE INTERNATIONAL 2017: NEUROREHAB presente!

De 4 a 7 de outubro aconteceu, na cidade de Düsseldorf (Alemanha), o REHACARE 2017, um evento de extrema relevância na área de reabilitação. A exposição reuniu inovações tecnológicas oriundas de dezenas de países, todas com um objetivo em comum: aproximar a acessibilidade da realidade social vivida em diferentes contextos. Os artigos e produtos expostos na feira tinham como público alvo indivíduos com deficiência neuropsicomotora, auditiva, visual e intelectual. Temáticas como moda inclusiva, turismo acessível e prática de atividade física adaptada estiveram presentes na versão do REHACARE ocorrida neste ano. Os alunos intercambistas do NEUROREHAB puderam acompanhar de perto as últimas novidades em reabilitação expostas no evento! Confira algumas fotos do REHACARE 2017 e da participação dos membros do Núcleo:

Vem aí: III Seminário Internacional de Atualidades em Enfermagem de Reabilitação

Nos dias 09 e 10 de outubro, ocorrerão na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP-USP) o III Seminário Internacional de Atualidades em Enfermagem de Reabilitação. Contando com a presença de palestrantes internacionais, o evento que ocorre anualmente desta vez sera sediado contando com o apoio de nosso núcleo de pesquisa. O objetivo deste evento será refletir e debater o tema: autonomia, tecnologias e participação, no âmbito do cuidado e das pesquisas em diversas áreas em que a enfermagem de reabilitação atua (Reabilitação neuropsicomotora, cardíaca, oncológica, entre outras).

 

Para maiores informações, como o cronograma de atividades do Seminário e o valor das inscrições, acesse o site:

SIAER 2017

• Em caso de dúvidas, entre em contato com o e-mail: siaer2017@gmail.com.

 

 

Mobilidade Internacional – Intercambistas 2017/2018

Neste ano de 2017, os alunos de graduação Jaqueline Vitorini da Silva, Laís Balestrero e Elias Tristão da Silva Neto foram selecionados pelo Edital 630 da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (AUCANI) para o desenvolvimento de atividades em instituição estrangeira. No caso dos três alunos, que são membros do núcleo NEUROREHAB e vinculados às atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas pela Profª Fabiana Faleiros, a instituição de destino escolhida foi a Technische Universität Dortmund (TU Dortmund), na Alemanha.

Assim como outros alunos do núcleo que também já participaram das atividades acadêmicas dessa universidade, os três estudantes esperam que essa oportunidade abra novos caminhos em suas carreiras e que os aproximem cada vez mais da área de reabilitação neuropsicomotora.

 

O NEUROREHAB deseja uma ótima experiência de intercâmbio aos estudantes! 

Segundo dia de lançamento do D+Eficiência

Seguindo o ritmo de trabalho do dia anterior, a equipe do Neurorehab, em parceria com alunos da Universidade do Pará, deram continuidade à divulgação da rede social D+Eficiência, desenvolvida para pessoas com deficiência, familiares e profissionais de saúde.

A equipe fechou o primeiro dia de divulgação (21/06) com 642 registros no site, um aumento de 357 novos usuários se comparado com o número de registros anterior ao lançamento do website.

Confira mais fotos do lançamento do D+

 

Lançamento da rede social D+Eficiência

Nesta quarta-feira (21/06) aconteceu o lançamento da rede social D+Eficiência, com a participação dos membros do Núcleo de Pesquisa e Atenção em Reabilitação Neuropsicomotora (NEUROREHAB).

Trata-se de uma plataforma social virtual onde pessoas com deficiência, familiares, cuidadores, instituições e profissionais podem trocar experiências e compartilhar informações. O uso da “D+eficiência, como ferramenta tecnológica favorece transferência de conhecimento entre as pessoas com deficiência e seus familiares, auxiliando o processo de reabilitação, participação social e autonomia.

História do desenvolvimento:
A ideia da criação de um fórum virtual para indivíduos brasileiros com espinha bífida e seus familiares, surgiu a partir da tese de doutorado da Profa. Dra. Fabiana Faleiros. Em seu  estudo,  ela buscou  avaliar  o  cateterismo  vesical  intermitente  (CI)  no contexto  da  reabilitação, alemão e brasileiro,  e observou que os participantes apresentavam dificuldades  para  realizar  o cateterismo vesical intermitente,  como  dificuldades  técnicas,  emocionais,  cognitivas,  financeiras  e  suporte social.  Ao constatar o uso de fóruns virtuais, pelos participantes alemães, como instrumento de educação e apoio aos indivíduos e suas famílias na realização do CI, surgiu à motivação para aprofundar estudos sobre novas tecnologias educacionais, voltadas para a reabilitação de pessoas com espinha bífida (Faleiros-Castro, 2012).
Um grupo de pesquisa com essa temática, Neurorehab, foi criado em 2013 na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, com intuito de incentivar e desenvolver pesquisa nesse âmbito.
 De 2013 a 2015, uma tese de doutorado, intitulada: “Desenvolvimento de um fórum virtual para indivíduos com espinha bífida e seus familiares: cooperação e transferência de tecnologia entre Brasil e Alemanha” foi desenvolvida, com autoria da Dra Naira Beatriz Favoretto, sob a orientação do Prof. Dr. Christoph Kappler e Profa Dra Fabiana Faleiros. Destaca-se que a participação dos especialistas da área da informática nesse projeto, além de ter gerado uma gama de alterações na interface que favoreceram a usabilidade e a acessibilidade da ferramenta virtual, incitaram a reflexão, por parte dos pesquisadores, de uma possível troca da plataforma virtual, por uma que atenda a demanda por uma interface mais dinâmica.  Tais fatos instigaram os pesquisadores desse projeto a buscarem uma nova plataforma para hospedar o  MieloFórum. Além da busca por uma nova plataforma, expectativas adicionais do  MieloFórum  era  contribuir  para  que outros fóruns virtuais pudessem  ser desenvolvidos, voltados para  públicos com diferentes tipos de deficiência (Favoretto, 2015).
Por essa razão e visando a continuidade do desenvolvimento do projeto, a busca pelo desenvolvimento de uma rede social virtual, na qual as pessoas com deficiência e seus familiares possam compartilhar suas experiências pessoais, interagirem em grupos com características em comum e buscar conteúdos confiáveis sobre saúde, desenvolveu-se a Plataforma “D + Eficiência”, em parceira com a Universidade de São Paulo (Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto), Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal do Pará e Universidade Federal do Oeste do Pará, além de parceria com a Universidade de Dortmund (Alemanha). Ressalta-se que o desenvolvimento desta rede social virtual de saúde tem como meta a abrangência de todo o território brasileiro e contou com apoio financeiro da CAPES em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Edital Tecnologia Assistiva no Brasil e Estudos sobre Deficiência (PGPTA) N° 59/ 2014 – Processo – 88887.095652/2015-01..
Na plataforma D+ Eficiência, os usuários poderão discutir temas de seu interesse, com moderação de profissionais de saúde, criar perfis de  usuário,  divulgar suas experiências pessoais através de fotos, vídeos,  reportagens,  artigos,  ou  publicações,  em  sua página inicial  ou  nas  comunidades  virtuais que abordam temas de seu interesse.
Acredita-se que esse tipo de estratégia, uma rede acessível de apoio e aprendizagem virtual, contribua com a reabilitação e consequentemente com participação e qualidade de vida das pessoas com deficiência e seus familiares.
ALGUMAS FOTOS DA EQUIPE RESPONSÁVEL PELO LANÇAMENTO DO SITE: